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#Brasil Luis Costa Pinto: democracia, sim; desfaçatez, não POR FERNANDO BRITO · 29/09/2017 Em artigo no Poder360, o jornalista Luís Costa Pinto coloca nos eixos esta tolice de que defender que o Supremo Tribunal Federal não deve e não pode avançar sobre os demais poderes da República, signifique defender Aécio Neves. O coxinha “frequentador” do qual, como gosto, se serviram para o golpe de estado merece o que se disser dele e, quem sabe, um pouco mais. Nós, porém, não merecemos uma democracia tutelada por um Judiciário que, em escala moral, demonstra tão pouco apreço pelo voto que eles, todo-poderosos, não têm. Reproduzo o final de seu texto. E a íntegra pode ser lida aqui. Até o momento em que estava ganhando o jogo cujas regras havia escrito, Aécio seguia crendo ser predestinado a ocupar o posto que o avô não conseguira assumir. Mas o neto de Tancredo, como muitos já sabiam, era um embuste: preguiçoso, intelectualmente despreparado, politicamente tosco, sempre foi um velhaco envergando personagem de fina estampa. Pilhado nas traficâncias da Lava Jato, flagrado em operações diretas de manuseio de dinheiro escuso para enriquecimento pessoal, reincidente em crime diversos, foi afastado do mandato parlamentar no Senado em maio desse ano. No lugar de conter, jogou os colegas numa aventura. Certo dia, impedido de sair de casa pela Justiça, recebeu senadores tucanos em sua casa e, sem avisá-los, postou uma foto constrangedora deles em seu alpendre do Lago Sul. Tendo regressado ao exercício do mandato por força de uma nova decisão judicial, Aécio queria estar de volta ao convívio democrático. Era vã esperança de quem não filosofa sobre os fatos. Na terça-feira, mais uma decisão do STF, dessa vez colegiada, afastou-o novamente do mandato de senador e lançou o país em crise institucional. Ao cassar, na prática, um mandato parlamentar, o Supremo Tribunal Federal parece ter agido com soberba e extrapolando a regra fundamental de harmonia entre os poderes. Mas ao evitar punir Aécio por meio de seu Conselho de Ética, crendo que o Brasil é habitado por 210 milhões de patetas que engolem suas desfaçatezes, os senadores também exageraram na soberba. Eis o impasse. O Supremo não pode ser maior que o Senado. Nem menor. O sistema de freios e contrapesos institucionais recomenda que ambas instituições tenham o mesmo tamanho. O Senado terá de negar a cassação informal de Aécio, mas está obrigado a puni-lo. O resguardo da normalidade democrática vale a reação indignada do Parlamento ao avanço desmedido do Judiciário sobre si; o problema é que Aécio não merece ser a bandeira dessa causa democrática. Aécio é um desqualificado. http://www.tijolaco.com.br/blog/luis-costa-pinto-e/

Aecio elogiado pelos da LavaJato e atacam PT

#Brasil domingo, 24 de setembro de 2017 Stedile: “Campanha de 2018 será uma guerra entre classe trabalhadora e burguesia” Na Jornada de Agroecologia, o dirigente do MST ressaltou a importância de Lula para a próxima disputa presidencial Ednubia Ghisi e Julio Carignano, com fotos de Leandro Taques Brasil de Fato | Lapa (PR) , 23 de Setembro de 2017 Stédile e Gleisi Hoffmann participaram da plenária da Frente Brasil Popular do Paraná, realizada durante a Jornada – Créditos: Leandro Taques Stédile e Gleisi Hoffmann participaram da plenária da Frente Brasil Popular do Paraná, realizada durante a Jornada / Leandro Taques “A eleição no ano que vem vai ser a maior campanha eleitoral de luta de classes de toda a história do Brasil. Será uma guerra entre a classe trabalhadora e burguesia. Talvez somente a eleição de Getúlio Vargas na década de 50 tenha sido parecida”. A afirmação foi feita neste sábado (23) pelo coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), João Pedro Stedile, durante plenária da Frente Brasil Popular na 16ª Jornada de Agroecologia, na Lapa (PR). Neste contexto de acirramento da luta de classes, Stédile apontou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como o símbolo da materialização da classe trabalhadora. “O Lula não é mais do PT, ele é o símbolo e a materialização da classe trabalhadora brasileira. Por isso a burguesia tem tanta raiva do Lula, porque ele sintetiza toda a classe”, disse o dirigente, acrescentando que o Partido dos Trabalhadores não tem mais direito de decidir sobre a candidatura do ex-presidente. “A burguesia que coloque os candidatos que quiser, pois nós já temos o nosso”. Gleisi Hoffmann, senadora do PT pelo Paraná, seguiu a mesma avaliação. “Não tem plano a, b ou c, é Lula presidente. As pessoas têm memória, sabem o que aconteceu, sentiram isso nas suas vidas e por isso querem o Lula de volta”, referindo-se às pesquisas de intenção de votos para as eleições de 2018, em que o ex-presidente desponta como favorito. A senadora enfatizou a perspectiva popular da figura de Lula: “Foi a primeira vez que tivemos um operário na presidência”, ressalvando o fato de que outros presidentes brasileiros que também atuaram com programas mais progressistas, como Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek, mas tinham origem social na classe média e alta. Aliada a candidatura de Lula, o líder do MST alertou que é preciso pensar para além do processo eleitoral, para a construção de um novo projeto para o país construído junto às bases populares. “Não basta eleger o Lula, ele é o símbolo da nossa classe, mas o que a classe vai fazer lá? Temos que discutir um projeto que não é só eleitoral. Ele deve ser uma construção coletiva com a classe. Um plano construído nas bases para que essas participem da elaboração de um plano de governo que não será mais um plano de conciliação de classes, mas um programa que interesse ao povo brasileiro”, apontou Stédlie. Desafios para a Frente Brasil Popular do Paraná Como parte da plenária da Frente Brasil Popular do Paraná, Roberto Baggio, dirigente estadual do MST, apresentou os principais desafios para as regiões: o primeiro deles é organizar, no maior número de municípios possível, um coletivo de militante, com forças políticas amplas, para a construção da Frente; aliado a isso, reforçou a importância de avançar no trabalho de base a partir do Plano Popular de Emergências, lançado pela Frente em maio deste ano; para ampliar a divulgação das ideias da articulação e a leitura alternativa da conjuntura, Baggio apresentou a necessidade de fortalecer e divulgar os meios de comunicação populares; o quarto elemento são as lutas e mobilizações unitárias; e, por fim, enfatizou a importância da formação dos militantes. O jornalista Pedro Carrano, coordenador do jornal Brasil de Fato Paraná, apresentou a urgência de fortalecer a comunicação alternativa no estado, para a divulgação de narrativas que se oponham à mídia comercial. “Em cada região, precisamos que exista uma referência para a comunicação das lutas, só assim vamos conseguir furar a bolha que o monopólio da mídia burguesa consegue fazer”, defende. Em consonância com o que foi apresentado por Roberto Baggio, o presidente da Associação de Estudos, Orientação e Assistência Rural – ASSESOAR, Paulo Czekalski, relatou a articulação da Frente Brasil Popular na região Sudoeste do Paraná. Lá, 42 municípios integram o Fórum de Lulas do Sudoeste, ligada à FBP, com ações e formações conjuntas. “Nosso desafio é ir para as comunidades e fazer o debate com as pessoas, levar propostas, enraizar esse debate”, afirmou. Edição: Franciele Petry Schramm COMPARTILHE Posted by Wanderley Liberato às setembro 24, 2017 https://blogdoliberato.blogspot.com.br/2017/09/campanha-de-2018-sera-uma-guerra-entre.html

#DitaduraNuncaMais escritor e mestre em Política Exterior Luiz Alberto Moniz Bandeira, saiu em defesa do pronunciamento de Mourão. Tornou-se o primeiro intelectual de esquerda a sair em defesa de uma intervenção militar. Mas o autor do livro Brizola e o Trabalhismo acredita que a presença dos militares, de volta ao Palácio do Planalto, seria uma forma de encerrar o golpe de Estado, em curso. A forma mais efetiva de apear o presidente de facto, Michel Temer. De levá-lo, e aos seus cúmplices no “quadrilhão” apontado por Rodrigo Janot, ex-procurador Geral da República, à prisão. Aprovado por apenas, 3,4% dos brasileiros, o governo Temer já teria levado o país ao caos previsto na Constituição. E isso seria suficiente para os militares voltarem ao poder, segundo Bandeira. Generais elevam o tom e falam em outra intervenção militar no Brasil Visualizado 28 vezes Discursos de generais na ativa sobre intervenção militar reúnem apoio da ultradireita e de setores da esquerda. Por Redação – de Brasília, Porto Alegre e São Paulo O que começou com o discurso do general Antonio Hamilton Mourão, prestes a passar para a reserva do Exército, em uma reunião de maçons, em Brasília, na última sexta-feira, segue durante a semana para um acalorado debate. Questionado sobre o ponto de vista do militar, que vê a intervenção das Forças Armadas no governo brasileiro como uma alternativa factível, no curto prazo, o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, assentiu. O general Mourão recebeu a defesa de setores da ultradireita, mas não escapou de críticas pesadas à esquerda O general Mourão recebeu a defesa de setores da ultradireita; mas não escapou de críticas pesadas à esquerda contra a intervenção militar A análise do alto comandante vai além. Não apenas a tomada do poder por uma junta militar é possível, mas avaliada, constantemente. — As Forças Armadas têm mandato para fazer (uma intervenção militar) na iminência de um (período de) caos — disse Villas Bôas, durante um programa na TV aberta. O pronunciamento segue em linha com o discurso de Mourão junto aos maçons, que participaram, ativamente, da ditadura militar instalada no país, em 1964. E o chefe do comando militar vai adiante. Ele revela que o Exército tem “planejamentos muito bem feitos” para o eventual controle do governo. Em defesa Instado a se pronunciar sobre a posição de seus comandados, o atual ocupante do Ministério da Defesa, deputado licenciado Raul Jungmann (PPS-PE), pediu explicações e cobrou “medidas cabíveis a serem tomadas” contra o general Mourão. Mas ouviu, de volta, uma sonora negativa. Para o seu superior imediato, Mourão é “um grande soldado, uma figura fantástica, um gauchão”. E não seria punido, de forma alguma. Villas Boas deixou claro, em resposta ao seu superior — feita publicamente, em uma rede de TV — que Mourão não desrespeitou a Lei brasileira e saiu em defesa de seu subordinado. — Se você recorrer ao que está na Constituição, no artigo 142, como atribuição das Forças Armadas, diz que as Forças podem ser empregadas na garantia da lei e da ordem por iniciativa de um dos poderes. O texto diz que o Exército se destina à defesa da pátria e das instituições. Essa defesa poderá ocorrer por iniciativa de um dos poderes, ou na iminência de um caos. As Forças Armadas têm mandato para fazer — afirmou Villas Bôas. Intervenção militar Logo após a declaração de Villas Bôas, o laureado escritor e mestre em Política Exterior Luiz Alberto Moniz Bandeira, saiu em defesa do pronunciamento de Mourão. Tornou-se o primeiro intelectual de esquerda a sair em defesa de uma intervenção militar. Mas o autor do livro Brizola e o Trabalhismo acredita que a presença dos militares, de volta ao Palácio do Planalto, seria uma forma de encerrar o golpe de Estado, em curso. A forma mais efetiva de apear o presidente de facto, Michel Temer. De levá-lo, e aos seus cúmplices no “quadrilhão” apontado por Rodrigo Janot, ex-procurador Geral da República, à prisão. Aprovado por apenas, 3,4% dos brasileiros, o governo Temer já teria levado o país ao caos previsto na Constituição. E isso seria suficiente para os militares voltarem ao poder, segundo Bandeira. “O importante é impedir que o patrimônio nacional – Eletrobrás, Eletronuclear, Petrobrás e pré-sal, bancos estatais – seja dilapidado, entregue aos gringos. É evitar que o desenvolvimento do Brasil, com a inclusão, não seja interrompido; é impedir a entrega aos gringos de uma parte da Amazônia maior que a Dinamarca” afirma o professor. Moniz Bandeira enfatiza, ainda, que não deseja um regime de exceção, mas um termo final à sanha golpista. Retrocesso “Sei que tudo pode acontecer, se houver uma intervenção militar. Mas o fato é que, se Dilma Rousseff foi deposta por um golpe de Estado, e de fato foi, não mais existe Estado de Direito nem democracia no Brasil. Acabou a Constituição. O governo, que só conta com a simpatia de cerca de 3% da população, realiza reformas para as quais não teve mandato. O Congresso, corrompido e desmoralizado, assumiu poderes constituintes para os quais não foi eleito”, segue, em uma carta ao líder petista Valter Pomar. Segundo Bandeira, “nada do que ocorreu e está a ocorrer é constitucional. Nada tem legitimidade. E o golpe de Estado foi dado exatamente para a execução de tais reformas: trabalhista, previdenciária, terceirização, redução do Estado, com a venda das empresas públicas, impedir os gastos públicos por 20 anos etc. As forças econômicas, nacionais e estrangeiras, que estão por trás do presidente de facto, Michel Temer, e do seu sinistro ministro da Fazenda, o banqueiro Henrique Meirelles, farão tudo para que não haja retrocesso na execução do seu projeto, modelado pelo Consenso de Washington”. “Falar em Constituição, agora, é que é uma grande ilusão. As liberdades são relativas, como durante o regime militar, porém nem imprensa alternativa existe mais como naquele tempo. Toda a mídia repete o mesmo e o alvo é o ex-presidente Lula, com judiciária a condená-lo, sem provas, apenas para efeito de repercussão na imprensa e desmoralizá-lo. Quanto mais ele cresce nas pesquisas mais me parece que as poderosas forças econômicas nacionais e estrangeiras, que sustentaram o golpe do impeachment da presidente Dilma Rousseff, tentarão tirá-lo de qualquer forma das eleições”, acrescentou. Verniz “Tenho até dúvidas de que as eleições ocorrerão. Temer e demais cúmplices sabem que, ao descer a rampa do Planalto, sem imunidade, podem ser presos e enviado para a Papuda. A insatisfação no meio militar é enorme, conforme exprimiu o (general) Antônio Olímpio Mourão. E teve toda razão o deputado Aldo Rebelo, do PC do B, quando recomendou o diálogo com os militares. O proto-nazifascista Jair Bolsonaro não é representativo das Forças Armadas. É minoria”, segue Moniz Bandeira. “A intervenção militar pode ocorrer. Como se desdobrará é difícil imaginar. O ideal seria que fosse como a do general Henrique Teixeira Lott em 1955. Mas não creio, em face do Congresso que aí está. (…) Claro que não defendo regime de exceção, mas regime de exceção é o que já existe no Brasil, com um verniz de legalidade”, afirma. “Não desejaria que ocorresse intervenção. Todos sabem como começa, mas não quando termina. Porém, não estou a ver outra perspectiva no Brasil. É necessário impedir o desmonte do Estados nacional. E há-de chegar um momento em que o impasse político, com o agravamento da situação econômica e social, terá de ser pela força”, pontua. Apoio da ultradireita Enquanto um intelectual do calibre de Moniz Bandeira prega a intervenção militar para que o golpe seja contido, um dos maiores defensores da derrubada do governo de Dilma Rousseff também sai em defesa de Mourão. Hoje na reserva, após levantar a voz contra a comandante-em-chefe ainda no governo, o general quatro-estrelas Augusto Heleno publicou sua declaração, em uma rede social, de apoio ao general Hamilton Mourão “Meu apoio irrestrito ao meu amigo de longa data e respeitado chefe militar (Mourão)”, escreveu Heleno, no Facebook. O general afirmou, ainda, ser “preocupante o descaramento de alguns políticos, indiciados por corrupção e desvio de recursos públicos, integrantes da quadrilha que derreteu o País, cobrando providências contra um cidadão de reputação intocável, com 45 anos de serviços dedicados à Pátria. Aconselho que, pelo menos, se olhem no espelho da consciência e da vergonha”, escreveu Heleno. “Em resposta a uma pergunta, colocada diante de uma plateia restrita (na Loja Maçônica de Brasília), ele (Mourão) limitou-se a repetir, sem floreios, de modo claro e com sua habitual franqueza e coragem, o que está previsto no texto constitucional. A esquerda, em estado de pânico depois de seus continuados fracassos, viu nisso uma ameaça de intervenção militar. Ridículo”, afirmou o general da reserva. Mais polêmica Enquanto o general Heleno, da ultradireita, e seu comandante, Villas Bôas, defendem o colega de farda, com o apoio de um intelectual de esquerda, o suplente a senador e neto do presidente Jango Goulart, do Rio Grande do Sul, deixa claro que há uma imensa rejeição à presença dos militares no governo. No artigo, sob o título Ditadura militar, nunca mais!, o advogado Christopher Goulart vai direto ao ponto. Leia, adiante, o artigo: “É uma vergonha o tal General falastrão, que leva o nome de outra vaca fardada de outros tempos, (Mourão) fale em ‘intervenção militar’. “Para reforçar o coro dos alienados imbecís, o tal do Zezé de Camargo declara a uma revista que ‘não houve ditadura militar no Brasil’. “Pergunto, se não houve ditadura, como pode eu mesmo ter nascido no exílio, ter três nacionalidades em função da perseguição que meu avô Jango sofreu implacavelmente? Todas as suspeitas que recaem sobre a morte de meu avô, que diga-se, morreu no exílio? Simples coincidência? “Vinte e um anos de um regime ditatorial-militar, autoritário, truculento, corrupto (a corrupção não podia ser noticiada), torturador, censurador, que cassou e exilou tanta gente, vivendo sobre a Doutrina de Segurança Nacional, pai do AI 5 de 68. Esse é o ‘novo’ Brasil que desejamos? Para tudo que eu quero descer! Democracia “Pergunto qual é o método de tortura que os saudosistas da Ditadura mais sentem falta. Pau de arara? Choque elétrico? Afogamento? “Como integrante das fileiras do trabalhismo, principal partido atingido pelo Golpe Militar de 64, de minha parte tenho a obrigação de combater com todas as minhas forças aos propagandistas de “Generais no poder”, bem como pedirei a expulsão de qualquer filiado do PDT que fale em “intervenção militar”. “Os males da democracia se combatem com mais democracia. “Para que não se esqueça. Para que nunca mais aconteça”, conclui. O post Generais elevam o tom e falam em outra intervenção militar no Brasil apareceu primeiro em Jornal Correio do Brasil. Fonte: https://www.correiodobrasil.com.br/generais-elevam-tom-falam-outra-intervencao-militar-brasil/

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#LULA – A intenção de voto para a eleição presidencial em 2018 indica manutenção da liderança do ex-presidente Lula em todos os cenários de primeiro e segundo turnos. Resultados da 134ª Pesquisa CNT/MDA Levantamento mostra avaliações sobre o presidente Michel Temer, expectativas da população e cenários para a eleição presidencial 2018, entre outros temas Foto: Fotos: Gueldon Britto A 134ª Pesquisa CNT/MDA, realizada de 13 a 16 de setembro de 2017 e divulgada pela CNT (Confederação Nacional do Transporte), mostra a avaliação dos índices de popularidade do governo e pessoal do presidente Michel Temer. Mede ainda a expectativa da população em relação ao emprego, à renda, à saúde, à educação e à segurança pública. Esta edição aborda também alguns cenários para a eleição presidencial de 2018 e traz a opinião dos entrevistados sobre questões relativas à reforma política, Operação Lava Jato, hábitos de consumo de notícias no país. Foram ouvidas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 Unidades Federativas, das cinco regiões. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança. Avaliação do governo Desempenho pessoal do presidente Federal: A avaliação do governo do presidente Michel Temer é positiva para 3,4% dos entrevistados, contra 75,6% de avaliação negativa. Para 18,0%, a avaliação é regular e 3,0% não souberam opinar. A aprovação do desempenho pessoal do presidente atinge 10,1% contra 84,5% de desaprovação, além de 5,4% que não souberam opinar. Estadual: 3,0% avaliam o governador de seu Estado como ótimo. 16,4% como bom, 36,8% como regular, 15,6% como ruim e 22,0% como péssimo. Municipal: 6,6% avaliam o prefeito de sua cidade como ótimo. 27,8% como bom, 33,8% como regular, 10,4% como ruim e 15,9% como péssimo. Expectativa (para os próximos 6 meses) Emprego: vai melhorar: 25,7%, vai piorar: 35,4%, vai ficar igual: 36,0% Renda mensal: vai aumentar: 22,1%, vai diminuir: 20,6%, vai ficar igual: 53,2% Saúde: vai melhorar: 21,1%, vai piorar: 36,5%, vai ficar igual: 40,3% Educação: vai melhorar: 25,0%, vai piorar: 29,4%, vai ficar igual: 43,6% Segurança pública: vai melhorar: 16,6%, vai piorar: 45,7%, vai ficar igual: 36,2% Eleição presidencial 2018 1º turno: Intenção de voto espontânea Lula: 20,2% Jair Bolsonaro: 10,9% João Doria: 2,4% Marina Silva: 1,5% Geraldo Alckmin: 1,2% Ciro Gomes: 1,2% Álvaro Dias: 1,0% Dilma Rousseff: 0,7% Michel Temer: 0,4% Aécio Neves: 0,3% Outros: 2,0% Branco/Nulo: 21,2% Indecisos: 37,0% 1º turno: Intenção de voto estimulada CENÁRIO 1: Lula 32,4%, Jair Bolsonaro 19,8%, Marina Silva 12,1%, Ciro Gomes 5,3%, Aécio Neves 3,2%, Branco/Nulo 21,9%, Indecisos 5,3%. CENÁRIO 2: Lula 32,0%, Jair Bolsonaro 19,4%, Marina Silva 11,4%, Geraldo Alckmin 8,7%, Ciro Gomes 4,6%, Branco/Nulo 19,0%, Indecisos 4,9%. CENÁRIO 3: Lula 32,7%, Jair Bolsonaro 18,4%, Marina Silva 12,0%, João Doria 9,4%, Ciro Gomes 5,2%, Branco/Nulo 17,6%, Indecisos 4,7%. 2º turno: Intenção de voto estimulada CENÁRIO 1: Lula 41,8%, Aécio Neves 14,8%, Branco/Nulo: 39,6%, Indecisos: 3,8%. CENÁRIO 2: Lula 40,6%, Geraldo Alckmin 23,2%, Branco/Nulo: 31,9%, Indecisos: 4,3%. CENÁRIO 3: Lula 41,6%, João Doria 25,2%, Branco/Nulo: 28,8%, Indecisos: 4,4%. CENÁRIO 4: Lula 40,5%, Jair Bolsonaro 28,5%, Branco/Nulo: 27,0%, Indecisos: 4,0%. CENÁRIO 5: Lula 39,8%, Marina Silva 25,8%, Branco/Nulo: 31,3%, Indecisos: 3,1%. CENÁRIO 6: Jair Bolsonaro 28,0%, Geraldo Alckmin 23,8%, Branco/Nulo: 40,6%, Indecisos: 7,6%. CENÁRIO 7: Marina Silva 28,4%, Geraldo Alckmin 23,6%, Branco/Nulo: 41,5%, Indecisos: 6,5%. CENÁRIO 8: Jair Bolsonaro 32,0%, Aécio Neves 13,9%, Branco/Nulo: 46,4%, Indecisos: 7,7%. CENÁRIO 9: Marina Silva 33,6%, Aécio Neves 13,0%, Branco/Nulo: 47,3%, Indecisos: 6,1%. CENÁRIO 10: Jair Bolsonaro 28,5%, João Doria 23,9%, Branco/Nulo: 39,2%, Indecisos: 8,4%. CENÁRIO 11: Marina Silva 30,5%, João Doria 22,7%, Branco/Nulo: 39,9%, Indecisos: 6,9%. CENÁRIO 12: Marina Silva 29,2%, Jair Bolsonaro 27,9%, Branco/Nulo: 36,7%, Indecisos: 6,2%. Limite de voto – Presidência da República AÉCIO NEVES: é o único em que votaria (1,1%); é um candidato em que poderia votar (23,5%); não votaria nele de jeito nenhum (69,5%); não conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar (4,1%). CIRO GOMES: é o único em que votaria (2,4%); é um candidato em que poderia votar (25,6%); não votaria nele de jeito nenhum (54,8%); não conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar (14,6%). GERALDO ALCKMIN: é o único em que votaria (2,8%); é um candidato em que poderia votar (35,9%); não votaria nele de jeito nenhum (52,3%); não conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar (6,5%). JAIR BOLSONARO: é o único em que votaria (13,4%); é um candidato em que poderia votar (26,3%); não votaria nele de jeito nenhum (45,4%); não conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar (13,0%). JOÃO DORIA: é o único em que votaria (4,1%); é um candidato em que poderia votar (31,2%); não votaria nele de jeito nenhum (42,9%); não conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar (19,9%). LULA: é o único em que votaria (23,4%); é um candidato em que poderia votar (24,3%); não votaria nele de jeito nenhum (50,5%); não conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar (0,6%). MARINA SILVA: é a única em que votaria (6,7%); é uma candidata em que poderia votar (38,1%); não votaria nela de jeito nenhum (51,5%); não conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar (1,4%). Posicionamento político Protestos • Entre os entrevistados, 91,0% dizem não ter participado de protesto ou ato político no país desde 2013; 9,0% declaram ter participado. Desses, 45,3% se manifestaram pela saída da ex-presidente Dilma Rousseff do cargo; 28,2% pela permanência de Dilma Rousseff; 23,8% declaram não ter se manifestado em relação ao impeachment. • Perguntados se têm intenção de participar de alguma manifestação pela saída do presidente Michel Temer da Presidência da República, 67,7% responderam não e 30,8% responderam sim. • Interrogados sobre os motivos dos panelaços e das manifestações contra a corrupção terem diminuído no governo Michel Temer, 50,3% dizem ter perdido a esperança com os atuais políticos; 25,4% alegam falta de perspectivas de mudanças no curto prazo. Para 16,3%, o motivo foi a saída do PT da Presidência da República; 3,9% dizem que hoje há menos motivos para protestar. Crise política • Para 94,3% dos entrevistados, o país está em crise política. Desses, 49,9% acreditam que a troca do presidente da República não resolveria a situação, enquanto 41,2% acreditam que a mudança do presidente da República resolveria a crise. • Em relação à situação política no Brasil, 36,1% consideram que ela está completamente fora de rumo; 59,5% avaliam que está fora do rumo, mas ainda há esperança; e 2,3% acreditam que a política está no caminho certo. Michel Temer • A maior parte (46,7%) dos participantes da pesquisa avalia que o presidente Michel Temer não é respeitado; 35,6% consideram que Temer é pouco respeitado. Para 11,4%, ele é moderadamente respeitado e 2,4% dizem que Michel Temer é muito respeitado. • 5,8% acreditam que Michel Temer está enfrentando os principais problemas do país. 30,3% acham que ele está enfrentando alguns problemas enquanto 59,0% dos entrevistados acreditam que Temer não os está enfrentando. • 80,0% acreditam que Michel Temer não está fazendo as reformas necessárias ao país. Para 13,7% as reformas necessárias estão sendo feitas. 6,3% não souberam opinar. • A maioria (58,6%) dos entrevistados declara não ter nenhuma confiança no presidente Michel Temer. O grau de confiança no presidente é baixo para 26,9%; médio para 12,8%; e alto para 0,7%. • Comparando Dilma Rousseff e Michel Temer, 55,4% dos entrevistados declaram não confiar em nenhum dos dois; 30,1% dizem que confiam mais em Dilma e 11,6% confiam mais em Temer. Reforma Política • 54,0% dos entrevistados dizem não saber que há uma reforma política tramitando no Congresso Nacional. Com relação ao modelo eleitoral, 74,0% afirmam preferir que os candidatos sejam eleitos pelos votos obtidos diretamente; 3,7% acham que os candidatos devem ser eleitos pela soma dos votos do partido e 15,4% por uma combinação das duas formas. Lava Jato e corrupção • Sobre a operação Lava Jato, 79,9% dizem que estão acompanhando, enquanto 20,1% não estão acompanhando. • 78,5% afirmam que aprovam a Lava Jato na investigação de casos de corrupção envolvendo políticos e empresários. 9,3% a desaprovam e 7,7% não a aprovam e nem a desaprovam. • Para 54,0%, a Operação Lava Jato está beneficiando o Brasil. 24,0% avaliam que ela não está beneficiando nem prejudicando; e 15,9% acham que ela está prejudicando o país. Desemprego • Sobre a oferta de empregos, 37,2% acreditam que está melhorando (0,1% em ritmo acelerado, 6,0% em ritmo moderado; e 31,1% em ritmo lento); 32,7% acham que está piorando e 29,0% não percebem mudanças. • 37,5% dos entrevistados dizem conhecer alguém que conseguiu emprego nos últimos seis meses, contra 62,5% que não conhecem. Hábitos de consumo de notícias • A televisão ainda é o principal meio de informação dos brasileiros (51,8%), seguida pela internet (39,4%) e pelo jornal impresso (3,4%). • A maior parte (40,6%) dos entrevistados afirma que não compartilha notícias na internet. Entre os que compartilham, 33,1% dizem evitar a divulgação de notícias que não são verdadeiras e 16,8% dizem que nem sempre se preocupam com a veracidade da informação compartilhada; 5,9% afirmam que, se for do seu interesse, compartilham a informação sem checar. CONCLUSÃO Os resultados da 134ª Pesquisa CNT/MDA mostram aumento da percepção negativa sobre o governo Michel Temer, alcançando os índices mais baixos no histórico das pesquisas realizadas pela CNT (Confederação Nacional do Transporte). A intenção de voto para a eleição presidencial em 2018 indica manutenção da liderança do ex-presidente Lula em todos os cenários de primeiro e segundo turnos. Jair Bolsonaro se consolida na segunda posição. Nota-se, também, elevado percentual de rejeição individual para todos os pré-candidatos avaliados, inclusive para João Doria, que passa a ser percebido como um político comum. O potencial de rejeição de todos os pré-candidatos ultrapassa 50%. Há percepção de que o país se encontra em crise e fora de rumo do ponto de vista político. Em relação ao emprego, as melhoras na economia são percebidas de forma tímida pela população. Os brasileiros continuam acompanhando as ações da operação Lava Jato, aprovando suas ações e acreditando, em sua maioria, que ela está beneficiando o Brasil. O meio de comunicação mais utilizado para se obter informações continua sendo a televisão, seguida pela internet. Na avaliação da CNT, a pesquisa demonstra que a eleição está aberta para um nome de alta respeitabilidade não ligado ao meio político, podendo ser da área judiciária, médica ou empresarial. http://www.cnt.org.br/Imprensa/noticia/resultados-pesquisa-cnt-mda-134

Coletiva CNT/MDA 134