Desemprego, dólar, gás e gasolina: internautas desmascaram as promessas furadas de quem apoiou golpe contra Dilma – Viomundo – O que você não vê na mídia

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#eLulaOuNada Verdade ou Mentira? – Nº 3 #eLulaOuNada Pesquisas fortalecem Lula e candidatura é juridicamente viável Enquanto processos não chegarem a instâncias superiores, ex-presidente preserva todos os seus direitos políticos e lidera intenção de votos 14/05/2018 18h14 Ricardo Stuckert Lula recebe apoio em São Bernardo Leia mais Pesquisa CNT/MDA: Lula lidera com 32% mesmo como preso político Sérgio Gabrielli: “Temos que manter a candidatura de Lula” Marco Maia: “Só com Lula na Presidência vamos parar o golpe” Líder com folga em todas pesquisas de intenção de voto recentes, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vê crescer, mesmo aprisionado, o sentimento de injustiça em relação a sua condenação. Segundo pesquisa CNT/MDA divulgada nesta segunda-feira (14), Lula tem 32,4% das preferências. O Poder Judiciário tem a confiança de 6,4% dos entrevistados (89,3% acham o Judiciário pouco ou nada confiável). E mídia tem a confiança de apenas 5%. A presidenta nacional do PT, a senadora paranaense Gleisi Hoffmann, recebeu aval do ex-presidente Lula para falar em seu nome e comandar a montagem da campanha presidencial. A indicação da pré-candidatura foi feita de maneira unânime pelo partido em 25 de janeiro, um dia depois da condenação política do ex-presidente pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em Porto Alegre). Na ocasião, o advogado Luiz Fernando Pereira, especialista em legislação eleitoral, já afirmava que não há como impedir antecipadamente o registro da candidatura, que será feito em 15 de agosto. Segundo ele, a condenação criminal diz que a suspensão dos direitos políticos só tem efeito depois do trânsito em julgado. “Ou seja, o presidente está em pleno gozo dos direitos políticos. A chance vai depender do que vai acontecer de hoje até o momento do registro da candidatura”, argumentou Pereira. Segundo o especialista, mais de 140 candidatos a prefeito em 2016 disputaram eleições sob efeito de condenações inconclusas e muitos deles conseguiram assegurar sua posse após o trânsito de seus recursos. Na sexta-feira (11), durante ato na Vigília Lula Livre, e Curitiba, Gleisi reforçou que “Lula está firme, disposto e manda avisar que é candidatíssimo”. A presidenta do PT reiterou ainda as garantias legais que asseguram a candidatura do ex-presidente. “Lula está com seus direitos políticos intactos. A Constituição só suspende os direitos políticos de uma pessoa se o julgamento em que foi condenada for reafirmado na última instância, que é o Supremo Tribunal Federal. E isso não aconteceu com ele. Só o TRF4 que julgou”, afirmou a senadora. “Até os adversários dele acreditam que os recursos de Lula farão com que o processo seja revisto, quando for analisado o mérito.” Respaldo jurídico Com dezenas de pareceres semelhantes ao de Pereira, jamais contestados juridicamente, a decisão tomada foi mantida mesmo depois de Lula ter sido preso, em 7 de abril. Sem argumentos jurídicos, os principais veículos de comunicação do país tentam desqualificar politicamente em seu noticiário a liderança de Lula, apostando em seu isolamento e tentando alimentar teses em contrário dentro da própria esquerda. Alguns defendem que Lula deveria desistir desde já para que se construa um novo nome dentro do partido, ou mesmo que o partido adira à candidatura de Ciro Gomes (PDT), o mais bem posicionado da centro-esquerda nas pesquisas recentes. Essa tese, porém, não prosperou. Tanto no PT, internamente, como entre aliados como PCdoB e Psol – que têm os pré-candidatos à Presidência Guilherme Boulos e Manuela D’Ávila – prevalece a defesa da candidatura. O entendimento é de que o nome de Lula une as forças progressistas, tem condições de liderar a construção de um programa de restauração da democracia e da economia e de que a defesa de sua candidatura é também uma das principais armas na luta pela liberdade do ex-presidente. O também advogado Luís Antônio Albiero divulgou um “beabá” com 10 respostas a questões políticas e jurídicas em torno da candidatura. A RBA reproduz a seguir os principais trechos: 1. Lula está inelegível? Ou ele pode ser candidato? Ele ou o partido podem pedir o registro de sua candidatura. Só depois disso a Justiça Eleitoral poderá se pronunciar sobre sua elegibilidade ou não. 2. Mas a candidatura dele não pode ser impugnada? A candidatura pode ser impugnada, mas, apresentada qualquer impugnação, ele terá prazo para se defender, para apresentar suas razões. 3. E é possível prever o resultado? É possível que a candidatura seja indeferida pelo TSE. Porém, ele poderá recorrer. 4. Mas as decisões do TSE não são irrecorríveis? Sim, é o que, de modo geral, dizem a Constituição e o Código Eleitoral. Mas a Constituição prevê a possibilidade do Recurso Extraordinário ao STF se, e apenas se, for para discutir uma questão constitucional. 5. E o que seria essa “questão constitucional”? Nesse caso, a questão constitucional é justamente a que diz respeito à condição de elegibilidade de Lula. A Constituição prevê que ninguém terá seus direitos políticos cassados, em nenhuma circunstância, e ninguém perderá seus direitos políticos ou os terá suspensos senão após o trânsito em julgado de sentença criminal condenatória. O artigo 14 da Constituição, no seu parágrafo 3º, estabelece que é condição de elegibilidade, dentre outras, “o pleno exercício dos direitos políticos” (inciso II). Logo, a lei inferior (“ficha limpa”) não pode restringir as condições de elegibilidade de quem esteja em pleno gozo dos direitos políticos. O artigo 15 da Constituição, por sua vez, estabelece que “é vedada a cassação de direitos políticos, cuja perda ou suspensão só se dará nos casos” previstos nos seus incisos, entre os quais a “condenação criminal transitada em julgado, enquanto durarem seus efeitos” (inciso III). Logo, não pode a lei ordinária, como é a Lei da Ficha Limpa, nem qualquer juiz ou tribunal, restringir a elegibilidade de quem ainda não teve a decisão transitada em julgado, como é o caso de Lula. 6. Mas, enquanto o processo corre, como fica a campanha de Lula? Enquanto a questão estiver sub judice, ou seja, enquanto estiver sendo avaliada pelos tribunais, e até que transite em julgado a decisão da Justiça Eleitoral, ele poderá fazer a campanha normalmente, inclusive aparecendo no horário eleitoral gratuito e participando de debates e entrevistas. O artigo 16-A da Lei Eleitoral (lei 9.504/97) estabelece que “o candidato cujo registro esteja sub judice poderá efetuar todos os atos relativos à campanha eleitoral, inclusive utilizar o horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão e ter seu nome mantido na urna eletrônica enquanto estiver sob essa condição, ficando a validade dos votos a ele atribuídos condicionada ao deferimento de seu registro por instância superior”. 7. Mas e se a decisão desfavorável ao presidente Lula tornar-se definitiva antes da eleição, o que acontecerá? Os partidos poderão substituir candidatos até 17 de setembro. Se ocorrer o trânsito em julgado da decisão da Justiça Eleitoral desfavorável a Lula antes dessa data, o partido o substituirá e haverá mais de 20 dias pela frente para a propaganda do novo candidato. Mas dificilmente o trânsito em julgado ocorrerá antes da eleição, por conta das atribuições do TSE, primeiro, e do STF, depois, além dos próprios prazos concedidos pela lei. 8. E se Lula for eleito e essa decisão definitiva vier a ocorrer no futuro, reconhecendo sua inelegibilidade? Se de fato ocorrer o pior, ou seja, se Lula vier a ser declarado definitivamente inelegível, ou vier a ter cassado o diploma ou o próprio mandato, de modo que isso venha a ocorrer quando e se ele já estiver eleito, a lei eleitoral prevê que haverá nova eleição. O parágrafo 3º do artigo 224 do Código Eleitoral estabelece que “a decisão da Justiça Eleitoral que importe o indeferimento do registro, a cassação do diploma ou a perda do mandato de candidato eleito em pleito majoritário acarreta a realização de novas eleições, independentemente do número de votos anulados”. Ou seja, se isso acontecer depois de Lula eleito, em qualquer momento, haverá nova eleição. 9. Mas e se o impedimento definitivo vier a ocorrer depois do primeiro turno, porém antes do segundo? Haverá um período de tensão entre a data limite para substituição de candidaturas, 17 de setembro, e o dia da eleição em primeiro turno, 7 de outubro. Assim como, se Lula não estiver eleito já no primeiro turno, desse dia até o dia da realização do segundo. Por isso, o partido deverá examinar com muito cuidado o que fazer até essa data limite, 17 de setembro – ponderar sobre os prazos processuais, o desenvolvimento dos processos, o desenvolvimento dos trabalhos dos tribunais, o humor na sociedade etc. – para não perder a oportunidade de manter candidatura durante o segundo turno. Se não houver substituição até 17 de setembro e a decisão definitiva contrária à candidatura de Lula vier a ocorrer antes do primeiro turno, o partido já terá perdido a oportunidade de substituí-lo. Se ocorrer depois do primeiro turno, mas antes do segundo, a lei determina que o segundo mais votado disputará com o terceiro o segundo turno. A lei eleitoral, no artigo 1º, parágrafo 2º, diz que “se, antes de realizado o segundo turno, ocorrer morte, desistência ou impedimento legal de candidato, convocar-se-á, dentre os remanescentes, o de maior votação”. 10. Qual o caminho a seguir? O único caminho, neste momento, é registrar a candidatura de Lula em agosto e mantê-la firme durante todo o período da campanha eleitoral. No dia 17 de setembro, o partido deverá avaliar as condições objetivas de levá-la adiante. Da RBA Site: http://www.pt.org.br/pesquisas-fortalecem-lula-e-candidatura-e-juridicamente-viavel/ Vídeo: https://youtu.be/9MYY2I6JO1c

A vital importância do ” #eLULAouNADA” para o #PT e a democracia no Brasil. 16/05/2018 Fábio St Rios O que está acima, na ordem de importância para o futuro de médio e longo prazo do país? Essa é a pergunta básica e importantíssima que deve ser feita pelo principal partido da esquerda brasileira, o PT. Com a maior liderança popular do país como preso político, numa ditadura do Judiciário punitivista e do conservadorismo esdrúxulo, existem poucas possibilidades de escolha. Mas, nenhuma delas retira de Lula o protagonismo nas eleições deste ano. Sem sombra de dúvidas, o PT tem que ter um candidato e ser cabeça de chapa, sob risco de se tornar o PMDB da esquerda. Outro ponto pacífico, é que o apoio à Ciro Gomes é insustentável, principalmente pelas declarações impensadas, ações intempestivas e o nebuloso passado do candidato pedetista. Sem contar a aliança o dono da CSN, Benjamin Steinbruch. Se tiver alguma dúvida, pergunte sobre Steinbruch na cidade de Volta Redonda-RJ, onde fica a CSN, pra se ter uma ideia do tamanho do desastre. Com Lula tendo quase 50% dos votos válidos nas pesquisas, sendo que sua retirada da pesquisa criaria um contingente superior a 60 milhões de possíveis votos nulos. Não há sombra de dúvidas que o PT tem que levar o nome do ex-presidente até o fim. Mais, forçando o TSE e o STF a sujar as mãos no golpe. O que exporia definitivamente os arautos da vaidade, para os livre de história. Como o julgamento demoraria mais de um mês, desde a inscrição de Lula como candidato, até o primeiro julgamento no STF, o nome de Lula estaria nas urnas e o povo poderá votar no candidato petista. Ainda, pode ocorrer do julgamento vir após o primeiro turno e o ex-presidente conseguir vencer o pleito sem a necessidade do segundo turno. Nesse cenário, restaria o STF o papel patético de rasgar mais de 70 milhões de votos e convocar eleições suplementares, ou dar prosseguimento ao segundo turno, com candidatos com menos de 16% das intenções de votos. O quadro geraria um segundo governo ilegítimo, complicando, ainda mais a continuidade do novo regime aristocrático no Brasil. Ou seja, o golpe continuaria sem votos. Esse é o quadro que se desenha para o Brasil e que causa forte preocupação institucional e, principalmente, na mídia e outras forças do golpe. Na necessidade de construir a legitimidade para a destruição completa do estado brasileiro, o próximo presidente tem que ser eleito e com votos reais, não um arremedo de eleição com participação de 30% ou 40% do eleitorado. Nasce então, a única saída para a manutenção da democracia, o “É Lula ou nada”, por que é justamente desse “ou nada” que morrem de medo aqueles que estão no golpe. Não por escrúpulo ou qualquer pudor moral mas, por uma questão de ordem econômica e financeira. Afinal, quem vai investir num país que não tem um governo legítimo? Quem vai investir num país que não tem segurança jurídica? Isso é o que preocupa a direita, ao passo que para a esquerda, é melhor ir para o tudo ou nada, já que o que vai sobrar, caso escolham o nada, será um país ingovernável. Por isso, sobrou ao PT e aos que querem a democracia, o “É LULA OU NADA”.

https://www.apostagem.com.br/2018/05/16/a-vital-importancia-do-e-lula-ou-nada-para-o-pt-e-a-democracia-no-brasil/#Lulahashtag eLULAouNada

#ELulaOuNada #Lula2018 #aLutaContinua A vital importância do “É LULA OU NADA” para o PT e a democracia no Brasil. 16/05/2018 Fábio St Rios 0 Comentário Caso Triplex, É Lula ou Nada, Eleições 2018, Lava-Jato, Lula, Lula Livre, Sérgio Moro, STF, TRF-4, TSE, Votos Nulos O que está acima, na ordem de importância para o futuro de médio e longo prazo do país? Essa é a pergunta básica e importantíssima que deve ser feita pelo principal partido da esquerda brasileira, o PT. Com a maior liderança popular do país como preso político, numa ditadura do Judiciário punitivista e do conservadorismo esdrúxulo, existem poucas possibilidades de escolha. Mas, nenhuma delas retira de Lula o protagonismo nas eleições deste ano. Sem sombra de dúvidas, o PT tem que ter um candidato e ser cabeça de chapa, sob risco de se tornar o PMDB da esquerda. Outro ponto pacífico, é que o apoio à Ciro Gomes é insustentável, principalmente pelas declarações impensadas, ações intempestivas e o nebuloso passado do candidato pedetista. Sem contar a aliança o dono da CSN, Benjamin Steinbruch. Se tiver alguma dúvida, pergunte sobre Steinbruch na cidade de Volta Redonda-RJ, onde fica a CSN, pra se ter uma ideia do tamanho do desastre. Com Lula tendo quase 50% dos votos válidos nas pesquisas, sendo que sua retirada da pesquisa criaria um contingente superior a 60 milhões de possíveis votos nulos. Não há sombra de dúvidas que o PT tem que levar o nome do ex-presidente até o fim. Mais, forçando o TSE e o STF a sujar as mãos no golpe. O que exporia definitivamente os arautos da vaidade, para os livre de história. Como o julgamento demoraria mais de um mês, desde a inscrição de Lula como candidato, até o primeiro julgamento no STF, o nome de Lula estaria nas urnas e o povo poderá votar no candidato petista. Ainda, pode ocorrer do julgamento vir após o primeiro turno e o ex-presidente conseguir vencer o pleito sem a necessidade do segundo turno. Nesse cenário, restaria o STF o papel patético de rasgar mais de 70 milhões de votos e convocar eleições suplementares, ou dar prosseguimento ao segundo turno, com candidatos com menos de 16% das intenções de votos. O quadro geraria um segundo governo ilegítimo, complicando, ainda mais a continuidade do novo regime aristocrático no Brasil. Ou seja, o golpe continuaria sem votos. Esse é o quadro que se desenha para o Brasil e que causa forte preocupação institucional e, principalmente, na mídia e outras forças do golpe. Na necessidade de construir a legitimidade para a destruição completa do estado brasileiro, o próximo presidente tem que ser eleito e com votos reais, não um arremedo de eleição com participação de 30% ou 40% do eleitorado. Nasce então, a única saída para a manutenção da democracia, o “É Lula ou nada”, por que é justamente desse “ou nada” que morrem de medo aqueles que estão no golpe. Não por escrúpulo ou qualquer pudor moral mas, por uma questão de ordem econômica e financeira. Afinal, quem vai investir num país que não tem um governo legítimo? Quem vai investir num país que não tem segurança jurídica? Isso é o que preocupa a direita, ao passo que para a esquerda, é melhor ir para o tudo ou nada, já que o que vai sobrar, caso escolham o nada, será um país ingovernável. Por isso, sobrou ao PT e aos que querem a democracia, o “É LULA OU NADA”.

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#Golpe Este é o documento secreto mais perturbador que já li em vinte anos de pesquisa. É um relato da CIA sobre reunião de março de 1974 entre o General Ernesto Geisel, presidente da República recém-empossado, e três assessores: o general que estava deixando o comando do Centro de Informações do Exército (CIE), o general que viria a sucedê-lo no comando e o General João Figueiredo, indicado por Geisel para o Serviço Nacional de Inteligência (SNI). O grupo informa a Geisel da execução sumária de 104 pessoas no CIE durante o governo Médici, e pede autorização para continuar a política de assassinatos no novo governo. Geisel explicita sua relutância e pede tempo para pensar. No dia seguinte, Geisel dá luz verde a Figueiredo para seguir com a política, mas impõe duas condições. Primeiro, “apenas subversivos perigosos” deveriam ser executados. Segundo, o CIE não mataria a esmo: o Palácio do Planalto, na figura de Figueiredo, teria de aprovar cada decisão, caso a caso. De tudo o que já vi, é a evidência mais direta do envolvimento da cúpula do regime (Médici, Geisel e Figueiredo) com a política de assassinatos. Colegas que sabem mais do que eu sobre o tema, é isso? E a pergunta que fica: quem era o informante da CIA? O relato da CIA foi endereçado a Henry Kissinger, então secretário de Estado. Kissinger montou uma política intensa de aproximação diplomática com Geisel. A transcrição online do documento está no link abaixo, mas o original está depositado em Central Intelligence Agency, Office of the Director of Central Intelligence, Job 80M01048A: Subject Files, Box 1, Folder 29: B–10: Brazil. Secret; [handling restriction not declassified]. ================================================= 1) RELAÇÕES EXTERIORES DOS ESTADOS UNIDOS, 1969–1976, VOLUME E – 11, PARTE 2, DOCUMENTOS SOBR E A AMÉRICA DO SUL, 1973–1976 99. Memorando De Diretor de Inteligência Central Colby ao Secretário de Estado Kissinger 1 Washington , 11 de abril de 1974 . SUJEITO Decisão do Presidente do Brasil, Ernesto Geisel, de continuar a execução sumária de subversivos perigosos sob certas condições 1. [ 1 parágrafo (7 linhas) não desclassificado ] 2. Em 30 de março de 1974, o presidente brasileiro Ernesto Geisel reuniu-se com o general Milton Tavares de Souza (chamado General Milton) e com o general Confúcio Danton de Paula Avelino, respectivamente os chefes de saída e chegada do Centro de Inteligência do Exército (CIE). Também esteve presente o general João Baptista Figueiredo , chefe do Serviço Nacional de Inteligência (SNI). 3. O General Milton, que fez a maior parte da conversa, delineou o trabalho da CIE contra o alvo subversivo interno durante a administração do ex-presidente Emilio Garrastazu Médici . Ele enfatizou que o Brasil não pode ignorar a ameaça subversiva e terrorista, e disse que métodos extra-legais devem continuar a ser empregados contra subversivos perigosos. A este respeito, o General Milton disse que cerca de 104 pessoas nesta categoria foram sumariamente executadas pela CIE durante o ano passado, aproximadamente. Figueiredo apoiou essa política e insistiu em sua continuidade. 4. O presidente, que comentou sobre a gravidade e os aspectos potencialmente prejudiciais desta política, disse que queria refletir sobre o assunto durante o fim de semana antes de chegar a qualquer decisão sobre [Página 279] se ele deve continuar. Em 1º de abril, o presidente Geisel disse ao general Figueiredo que a política deveria continuar, mas que muito cuidado deveria ser tomado para assegurar que apenas subversivos perigosos fossem executados. O Presidente e o General FigueiredoConcordou que, quando a CIE prender uma pessoa que possa se enquadrar nessa categoria, o chefe da CIE consultará o General Figueiredo , cuja aprovação deve ser dada antes que a pessoa seja executada. O Presidente e o General Figueiredo também concordaram que a CIE deve dedicar quase todo o seu esforço à subversão interna, e que o esforço geral da CIE será coordenado pelo General Figueiredo . 5. [ 1 parágrafo (12½ linhas) não desclassificado ] 6. Uma cópia deste memorando será disponibilizada ao Secretário de Estado Adjunto para Assuntos Interamericanos. [ 1½ linhas não desclassificadas ] Nenhuma distribuição adicional está sendo feita. Nós Colby Resumo: Colby relatou que o Presidente Geisel planejava continuar com a política da Médici de usar meios extras legais contra subversivos, mas limitaria as execuções aos subversivos e terroristas mais perigosos. Fonte: Agência Central de Inteligência, Escritório do Diretor de Inteligência Central, Job 80M01048A: Arquivos de Assunto, Caixa 1, Pasta 29: B – 10: Brasil. Segredo; [ restrição de manuseio não desclassificada ]. De acordo com uma anotação carimbada, David H. Blee assinou com Colby . Elaborado por Phillips , [ nomes não desclassificados ] em 9 de abril. A linha para a concordância do Diretor Adjunto de Operações está em branco. https://history.state.gov/historicald…/frus1969-76ve11p2/d99 2) RELAÇÕES EXTERIORES DOS ESTADOS UNIDOS, 1969–1976, VOLUME E – 11, PARTE 2, DOCUMENTOS SOBRE A AMÉRICA DO SUL, 1973–1976 Relações Exteriores dos Estados Unidos, 1969–1976, Volume E – 11, Parte 2, Documentos sobre a América do Sul, 1973–1976 Editores: Sara Berndt Halbert Jones James Siekmeier Editor Geral: Adam M. Howard Visão geral Este volume é parte de uma subsérie de relações exteriores que documenta as questões mais importantes na política externa dos presidentes Richard M. Nixon e Gerald R. Ford. O volume das repúblicas americanas divide-se em duas partes: a Parte Dois documenta as relações dos EUA com a América do Sul entre 1973 e 1976. As relações dos EUA com o Chile até meados de setembro de 1973 são cobertas em Relações Exteriores , 1969-1976, Volume XXI, Chile, 1969– 1973, e as relações dos EUA com o Panamá são cobertas em Relações Exteriores1969-1976, Volume XXII, Panamá, 1973-1976. As oito compilações aqui apresentadas ilustram a formulação de uma nova política dos EUA para a região como um todo: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile (a partir do final de setembro de 1973), Colômbia, Peru, Uruguai e Venezuela. A política dos EUA em relação à América Latina durante este período centrou-se em estabelecer o que Henry A. Kissinger chamou de “Novo Diálogo” com a região. Lançado em outubro de 1973, poucos dias após a posse de Kissinger como Secretário de Estado, o “Novo Diálogo” foi concebido como uma forma construtiva para os Estados Unidos enfrentarem o desafio representado pela aparente emergência de um bloco regional latino-americano. A iniciativa pedia reuniões regulares de ministros das Relações Exteriores para abordar questões de interesse mútuo e tinha como objetivo restaurar a sensação de que existia uma relação especial entre os Estados Unidos e seus vizinhos do sul. Em 1976, no entanto, as autoridades dos EUA abandonaram em grande parte a idéia de buscar uma política regional unificada, como é chamado pelo “Novo Diálogo”. Em vez disso, reconhecendo que a América Latina não era um bloco monolítico, a administração da Ford se concentrou mais nas relações bilaterais com as nações do hemisfério. Como este volume documenta, aumentar a preocupação pública e do Congresso sobre questões de direitos humanos afetou a elaboração da política norte-americana em grande parte da América Latina em meados da década de 1970. Essas preocupações concentravam-se, em grande parte, no Chile e na Argentina, onde os regimes militares visavam acabar com o que viam como esforços de subversão inspirados pelos comunistas. Finalmente, várias compilações (Argentina, Brasil, Chile e Uruguai) incluem documentação sobre a Operação Condor. a administração da Ford se concentrou mais nas relações bilaterais com as nações do hemisfério. Como este volume documenta, aumentar a preocupação pública e do Congresso sobre questões de direitos humanos afetou a elaboração da política norte-americana em grande parte da América Latina em meados da década de 1970. Essas preocupações concentravam-se, em grande parte, no Chile e na Argentina, onde os regimes militares visavam acabar com o que viam como esforços de subversão inspirados pelos comunistas. Finalmente, várias compilações (Argentina, Brasil, Chile e Uruguai) incluem documentação sobre a Operação Condor. a administração da Ford se concentrou mais nas relações bilaterais com as nações do hemisfério. Como este volume documenta, aumentar a preocupação pública e do Congresso sobre questões de direitos humanos afetou a elaboração da política norte-americana em grande parte da América Latina em meados da década de 1970. Essas preocupações concentravam-se, em grande parte, no Chile e na Argentina, onde os regimes militares visavam acabar com o que viam como esforços de subversão inspirados pelos comunistas. Finalmente, várias compilações (Argentina, Brasil, Chile e Uruguai) incluem documentação sobre a Operação Condor. Aumentar a preocupação pública e do Congresso sobre questões de direitos humanos afetou a elaboração da política norte-americana em grande parte da América Latina em meados da década de 1970. Essas preocupações concentravam-se, em grande parte, no Chile e na Argentina, onde os regimes militares visavam acabar com o que viam como esforços de subversão inspirados pelos comunistas. Finalmente, várias compilações (Argentina, Brasil, Chile e Uruguai) incluem documentação sobre a Operação Condor. Aumentar a preocupação pública e do Congresso sobre questões de direitos humanos afetou a elaboração da política norte-americana em grande parte da América Latina em meados da década de 1970. Essas preocupações concentravam-se, em grande parte, no Chile e na Argentina, onde os regimes militares visavam acabar com o que viam como esforços de subversão inspirados pelos comunistas. Finalmente, várias compilações (Argentina, Brasil, Chile e Uruguai) incluem documentação sobre a Operação Condor. https://history.state.gov/histo…/frus1969-76ve11p2/d99%C3%89

Geisel e Figueiredo a paisana

Eugenio Costa está com Danilo Novaes. 8 min · #LulaLivre Sem HC, Haverá Pressão Por ADCs; Quando Votadas, Lula Vai Ser Solto Se Não Houver Prisão Preventiva. E O Jogo Ruim De Cármen Por Redação Click Política Em 4 abr, 2018 POR REINALDO AZEVEDO: Obtenha o ex-presidente Lula ou não o habeas corpus nesta quarta, resta ao Supremo Tribunal Federal tomar a decisão de fundo, que é a votação das Ações Declaratórias de Constitucionalidade, que o relator, Marco Aurélio, tornou disponíveis para apreciação do pleno já em dezembro. A tensão não teria chegado aonde chegou se Cármen Lúcia não tivesse decidido cuidar de sua lenda pessoal em vez de se ocupar da pauta do Supremo com isenção de ânimo, sem dar ouvidos ao alarido. Estima-se que, na apreciação desse instrumento, que gera efeito vinculante, haja uma maioria contra a execução antecipada da pena. Votarão, com certeza, segundo essa ótica, os ministros Rosa Weber — nesse caso, não há dúvida —, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio e Celso de Mello. Gilmar Mendes já deu a entender que deve seguir esse caminho. Devem se opor Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Roberto Barroso, Luiz Fux e Cármen Lúcia. Que se lembre sempre: a decisão tomada em 2016 dizia respeito a um Recurso Especial com Agravo (ARE), sem efeito vinculante. Quando se diz que o Supremo estaria “mudando a jurisprudência”, não se acrescenta uma informação essencial: a leitura conforme a Constituição está ainda por ser feita. E está lá, na fila, à espera de votação. E por que a ministra Cármen resiste? Ela que vote contra, que seja eloquente na sua exposição. Absurdo é que tente impedir os outros de votar. Se preso, pode ser solto Observem: caso o STF venha a recusar o habeas corpus a Lula, ele será preso em breve, assim que o TRF-4 julgar a segunda rodada de embargos de declaração. A prisão ocorreria ainda nesta quinzena. Isso quer dizer que ficará na cadeia até que seu recurso seja julgado pelo Superior Tribunal de Justiça? Não! A pressão para votar as Ações Declaratórias de Constitucionalidade será imensa. E, convenham, com razão. Se há lá duas ações que pedem que se declare a constitucionalidade do Artigo 283 do Código de Processo Penal e se este, a exemplo do Inciso LVII do Artigo 5º da Constituição, só prevê a execução da pena depois do trânsito em julgado, Lula será solto. Será que Cármen pode deixar o assunto na fila, aguardando apenas um ato de vontade? É certo manipular a pauta do tribunal com o fito de manter Lula na cadeia? Ah, sim: o contrário também pode acontecer. Se o ex-presidente obtiver o habeas corpus e se o Supremo disser “não” às ADCs, então será preso. O jogo de Cármen A presidente do Supremo tem certeza de que seis ministros do Supremo declararão constitucional o Artigo 283 do CPP. Ela deixa a presidência do tribunal em setembro. Dias Toffoli assume o tribunal. Parece que a ministra quer jogar a batata quente no colo do seu colega, o que, convenham, não seria muito nobre. Como se dissesse: “Se quiserem, vocês que soltem os presos; comigo, não”. É uma postura inaceitável. E agora algumas palavras sobre Toffoli. Já critiquei, sim, votos seus. Aliás, fui muito duro por ocasião de sua indicação. Mas se revelou um ótimo ministro. Espalha-se, nas redes, uma mentira escandalosa, asseverada por alguns especialistas na própria opinião, segundo a qual ele sempre votaria de acordo com os interesses dos petistas. Falso como nota de R$ 171. Inúmeras vezes, no mensalão e no petrolão, deu votos contrários aos interesses do partido. Tanto é assim que passou a ser malvisto pelos “companheiros”. É preciso parar com essa mania de endeusar ou de demonizar ministros a depender da concordância com seu voto ou da discordância. Quando Gilmar Mendes concedeu uma liminar contra a posse de Lula como ministro de Dilma, foi saudado como herói por alguns que o atacam agora. A questão não está em estar de acordo ou em desacordo com o voto, mas em avaliar se o ministro atua em desacordo ou de acordo com a Constituição. “Ah, você vive batendo em Barroso, Reinaldo”. É verdade! É que esse ministro, seja agradando à esquerda, como fez durante um largo período, seja agradando à extrema-direita, como faz agora, tem a mania de querer reescrever a Constituição. Eu não critico Barroso por ele ser favorável à descriminação do aborto, por exemplo. Acho, sim, um horror. Mas não repudio suas ações por isso. O que acho inaceitável é que ele tenha resolvido legislar a respeito desse assunto e de outros tantos. Sua mais recente contribuição ao desatino foi concordar com Raquel Dodge na tese exótica e autoritária de que a prisão temporária pode tomar o lugar da condução coercitiva quando está se mostra inviável por força de lei. As minhas restrições aos senhores ministros, quando existem, estão ancoradas em códigos escritos, não no meu fígado. Mas encerro voltando ao ponto: qualquer que seja o resultado da votação do HC, impõe-se a votação das ADCs. Cármen não pode continuar como uma ditadora do Supremo.

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#LulaLivre Retweeted Célia Long (@Celia13Guevara): STF ABRE A CAIXA DE PANDORA OU ALGUM MINISTRO PEDE VISTA 04/04/2018 Certamente haverá alguma reação no curto prazo e, no longo prazo, com uma esquerda que começou a se unir, compreendendo a urgência do momento, haverá reação no médio e no longo prazo. Com o voto desastroso de Rosa Weber, que, segundo ela, decidiu pelo entendimento de 2016, mesmo que ela pense o contrário, abre-se a porta para a prisão do ex-presidente Lula, a menos que alguém peça vista do processo. Logo após o voto de Rosa Weber, que consagrou a vitória fascista da mídia, em especial a Globo, com seu “puxadinho”, o comando do exército, a presidente do STF, Ministra Cármen Lúcia pediu um intervalo por tempo regimental. O Brasil, com isso, chega a um impasse em sua história e começa um mergulho numa espiral de radicalização e domínio das classes superiores sobre os mais pobres. Não há qualquer perspectiva de como será a reação mas, há forte tendência de crescimento dos seguimentos mais atrasados da sociedade brasileira. Leia Também: GILMAR MENDES MANDA JORNALISTA DA FOLHA “ENFIAR A PERGUNTA NA BUNDA”. Por Esmael Morais A única esperança de alguma pacificação seria o pedido de vista, que poderia vir de alguma ministro legalista, como Dias Toffoli, Marco Aurélio Mello ou Ricardo Lewandowski. Enquanto os jornalistas da Globo News exibem seus sorrisos, parecem não compreender a gravidade do que está ocorrendo com o país, inclusive, internacionalmente. Somada a possível prisão do ex-presidente Lula, à execução de Marielle Franco e o atentado aos ônibus da Caravana de Lula pelo Sul do país, a interpretação internacional será nefasta para a imagem do Brasil. https://t.co/bAnQItiwib via A Postagem

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Retweeted Célia Long (@Celia13Guevara):
STF ABRE A CAIXA DE PANDORA OU ALGUM MINISTRO PEDE VISTA
04/04/2018
Certamente haverá alguma reação no curto prazo e, no longo prazo, com uma esquerda que começou a se unir, compreendendo a urgência do momento, haverá reação no médio e no longo prazo. Com o voto desastroso de Rosa Weber, que, segundo ela, decidiu pelo entendimento de 2016, mesmo que ela pense o contrário, abre-se a porta para a prisão do ex-presidente Lula, a menos que alguém peça vista do processo.

Logo após o voto de Rosa Weber, que consagrou a vitória fascista da mídia, em especial a Globo, com seu “puxadinho”, o comando do exército, a presidente do STF, Ministra Cármen Lúcia pediu um intervalo por tempo regimental. O Brasil, com isso, chega a um impasse em sua história e começa um mergulho numa espiral de radicalização e domínio das classes superiores sobre os mais pobres. Não há qualquer perspectiva de como será a reação mas, há forte tendência de crescimento dos seguimentos mais atrasados da sociedade brasileira.

Leia Também: GILMAR MENDES MANDA JORNALISTA DA FOLHA “ENFIAR A PERGUNTA NA BUNDA”. Por Esmael Morais
A única esperança de alguma pacificação seria o pedido de vista, que poderia vir de alguma ministro legalista, como Dias Toffoli, Marco Aurélio Mello ou Ricardo Lewandowski. Enquanto os jornalistas da Globo News exibem seus sorrisos, parecem não compreender a gravidade do que está ocorrendo com o país, inclusive, internacionalmente. Somada a possível prisão do ex-presidente Lula, à execução de Marielle Franco e o atentado aos ônibus da Caravana de Lula pelo Sul do país, a interpretação internacional será nefasta para a imagem do Brasil.

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