Polícia apreende maconha com homenagem de traficantes a Bolsonaro no Paraná

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Die Göttliche Ordnung – The Divine Order – Mulheres Divinas — Crítica (non)sense da 7Arte

Os avanços sociais não chegam da mesma forma em todas as partes. Direitos que podemos considerar básicos atualmente, parece incrível, mas não faz tanto tempo que eles não eram entendidos desta forma em outros lugares. E a falta de igualdade de direitos não é algo de países extremistas ou muçulmanos, como atualmente podemos acreditar a […]

via Die Göttliche Ordnung – The Divine Order – Mulheres Divinas — Crítica (non)sense da 7Arte

Her – Ela Ficção ou real já nos dias atuais (revendo)

Crítica (non)sense da 7Arte

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Tudo o que você precisa é do amor. Frase clássica em música dos The Beatles e mantra que é repetido geração após geração – conhecendo as pessoas ou não a tal música. O problema é que a afirmação de tão verdadeira, se torna muitas vezes fonte de sofrimento. Muito sofrimento. A condição humana de busca pelo amor e seus descaminhos rendeu e ainda vai render muitas histórias. E chega a assustar quando uma obra como Her aparece. Porque apesar de ser uma ficção, ela torna de forma muito exata muito do que acontece e do que vai acontecer na vida real. Mais uma obra-prima de uma das mentes mais criativas das últimas décadas, o diretor e roteirista Spike Jonze.

A HISTÓRIA: O rosto de Theodore Twombly (Joaquin Phoenix) ocupa toda a tela. Ele lê um texto que parece fazer parte de uma carta dirigida à Chris. O…

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#Brasil Coisa de gente má POR FERNANDO BRITO · 20/11/2017 gentema Um amigo escreve no Facebook, diante da manchete de hoje da Folha, que “esses monstros passam dia e noite inventando artimanhas para desgraçar o povo”. Não é o caso, evidentemente, de entrar nas questões técnicas de avaliação do preço pago pelos medicamentos distribuídos pelo programa “Farmácia Popular”: nem os laboratórios são santos, nem os custos envolvidos – distribuição e comercialização – são zero. Isso deve ser, claro, objeto de negociação e até de troca de fornecedores. O caso é que o “Farmácia Popular” tornou-se uma realidade prática na vida de pessoas que dependem de medicação de uso continuado. Eu mesmo, por não ser caro pagar R$ 15 por mês pela metmorfina que os diabéticos para mim, prefiro deixar que o medicamento subsidiado sirva a quem precisa mais, mas é provável que tivesse falhas em sua continuidade se dependesse de ir a um posto do SUS a cada vez que tivesse de renovar a medicação. Mas eu, como pago, posso comprar em qualquer esquina; sem o “Aqui tem Farmácia Popular” (A menos que usasse a tal água de quiabo, irresponsavelmente propagandeada no Caldeirão do Huck e que, se mal não faz em si, leva gente a deixar a medicação de eficácia comprovada para adotar práticas que, como alerta a Sociedade Brasileira de Diabetes, não tem, embora possa estar cheia de boas intenções) Quem depende do remédio fornecido, porém, tem de ir ao posto de saúde – nem sempre próximo de casa – , enfrentar fila e ficar sujeito “tá em falta”, “já pedimos, mas ainda não chegou”, “o senhor volta quinta-feira, porque está para chegar”. Já basta terem eliminado, como mostra a reportagem, em quase 20% o número de estabelecimentos credenciados, acabar com eles não é “ideia de jerico”. É maldade, mesmo. http://www.tijolaco.com.br/blog/coisa-de-gente-ma/

http://www.tijolaco.com.br/blog/coisa-de-gente-ma/gente ma

#Brasil

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Geração de emprego é o maior mito da reforma trabalhista, diz vice-presidente da CUT
Para Carmen Foro, sem sindicato não há relação de igualdade entre patrão e empregados.

Escrito por: Rute Pina, no Brasil de Fato • Publicado em: 10/11/2017 – 10:05
http://s.cut.org.br/2mc2Mqc

Gonzalo Arselli/Brasil De Fato Carmen Fora denuncia: É um desmonte geral dos direitos dos trabalhadores.

As mudanças na legislação feitas pela reforma trabalhista entram em vigor neste sábado (11). O Brasil de Fato conversou com a vice-presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Carmen Foro, para esclarecer alguns pontos da medida. Para a dirigente, a argumentação do governo de que a reforma vai gerar novos empregos é uma falácia.

Outro mito, segundo ela, é a suposta relação de igualdade entre patrão e empregado para negociação, sem intermediação de sindicatos: “Entendemos que também há um sentido político com essas reforma de desmonte, de neutralizar o papel do sindicato. Para nós, isso é muito grave em uma perspectiva de uma sociedade democrática”.

As novas regras, sancionada pelo governo golpista de Michel Temer (PMDB) em julho, alteram mais de cem pontos da CLT, lei que regulamenta as relações trabalhistas no Brasil.

Confira a entrevista na íntegra:

Brasil de Fato: Carmen, a reforma entra em vigor neste sábado. Você poderia dar exemplos que efeitos que o trabalhador já vai sentir de imediato a partir do momento em que ela passe a valer?

Carmen Foro: Para nós, primeiro, não é uma reforma. A ideia de reforma que nós temos não é essa. É um desmonte geral dos direitos dos trabalhadores. Segunda questão: nós entendemos que também há um sentido político com essas reforma de desmonte, de neutralizar o papel do sindicato. Para nós, isso é muito grave em uma perspectiva de uma sociedade democrática.

Então, falando dos contratos, falando da livre negociação, do negociado sobre o legislado, o sindicato tem um papel muito importante. Sempre que um trabalhador é demitido, em um exemplo concreto, o sindicato fazia uma intervenção e assinava e validava a rescisão. Hoje, o trabalhador que fizer uma rescisão do contrato em uma empresa não necessita mais que o sindicato faça essa rescisão e assine essa homologação.

Ele não sabe que também estará perdendo no ato em que assina um acordo com a empresa, estará perdendo um conjunto de direitos, inclusive o direito ao seguro-desemprego ao fazer o acordo com o patrão, diretamente, sem nenhuma intervenção do sindicato. Isso é permitido a partir da lei aprovada no Congresso Nacional.

E, na sua visão, qual o maior mito na argumentação do governo em torno defesa da reforma trabalhista?

Para mim, o mito é vender essa ideia de que a reforma gera emprego. Isso não é verdadeiro porque a ideia de que o custo é muito alto para garantir a empregabilidade e, portanto, se flexibilizar, os patrões e os empresários poderão contratar mais, não é verdadeiro. Há uma cultura também nacional aqui já colocada de pouco investimento na produção e que não se transforma em verdadeiro quando você diz que flexibilizar direitos aumenta a possibilidade de emprego, em um cenário nacional de desemprego, de encolhimento da economia e pouco investimento em várias áreas, que poderiam significar crescimento econômico e geração de novos empregos.

Em um cenário desses, é impossível pensar que uma reforma para ampliar empregos é verdadeira. Isso é um mito dos empresários nacionais e do governo também de que a reforma e a flexibilização trariam novos empregos.

Outro mito é falar de igualdade entre patrão em um cenário de selvageria do capitalismo. Não existe, não existiu e não existirá relação de igualdade entre patrão e empregado com a ausência do sindicato, que é um instrumento fundamental para mediar esse processo e a venda de que essa ideia é possível ninguém consegue acreditar nessa possibilidade.

Qual a estratégia das centrais para enfrentamento das consequências da reforma trabalhista no próximo período?

Nós estamos no período de negociação coletiva e salariais e nós não temos outro caminho, a não ser fazer um processo de mobilização local e enfrentamento aos patrões e desgastar essa lei. Sabe a ideia de quando uma lei não pega porque é muito ruim? Nossa tarefa na campanha em que estamos fazendo, de anulação da lei, é, além de desgastá-la, coletando 1,5 milhão de assinaturas, é dialogar diretamente com os trabalhadores.

A mídia vendeu uma ideia maravilhosa sobre a reforma que confunde as pessoas e nós temos como tarefa de fundamental importância ajudar a esclarecer os trabalhadores nas fábricas, nos locais de trabalho. É a tarefa sindical imprescindível no próximo período. Não tem como ficarmos de braços cruzados, precisamos nos levantar contra tudo isso, mobilizar, organizar, aprofundando toda essa discussão sobre o prejuízo que essa lei traz para o conjunto de trabalhadores e trabalhadoras.

Para além da reforma trabalhista, temos em pauta no Congresso Nacional a reforma da Previdência. Qual é a avaliação das centrais: É possível barrar ainda?

Antes de falar da reforma da Previdência, é importante falar também que, não bastando só a reforma trabalhista com retrocessos de mais de 100 itens da CLT [Consolidação das Leis do Trabalho], o governo também edita a portaria que facilita o trabalho escravo — é o complemento do governo neste ambiente de retrocessos no mundo do trabalho.

Em relação à reforma previdenciária, eu acho que é muito importante nós contarmos como vitória todos os desgastes que nós fizemos e o debate que nós fizemos em relação à reforma da Previdência. É claro que agora o governo mudou de tática: fatiar a reforma que estava apresentando como PLs [projetos de lei], medidas provisórias e decretos para tentar desmobilizar em torno da reforma da Previdência. Mas, tendo claro isso, temos que fazer o enfrentamento. O governo começa a falar em minirreforma. Temos que derrotar essa minirreforma. Nós já estivemos mais longe, agora estamos mais perto de derrotar essa minirreforma do governo golpista.

Edição: Vanessa Martina Silva

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https://cut.org.br/…/geracao-de-emprego-e-o-maior-mito-da-…/cut.png

#Brasil Muito bom!!! Resenha Crítica | Eu, Daniel Blake (2016) 16/01/2017 Alex Gonçalves Resenhas 0 I, Daniel Blake, de Ken Loach Ao apresentar há dois anos “Jimmy’s Hall”, o cineasta inglês Ken Loach anunciou à imprensa que todos estariam diante da obra que marcaria a sua aposentadoria. Como se sucedeu também com nomes como Hayao Miyazaki e Steven Soderbergh, o pronunciamento não passou de uma precipitação vinda talvez em um breve período de crise criativa. No entanto, o retorno de Ken Loach representa muito mais do que a realização de mais um filme, mas sim o ápice do viés político de um artista em plena sintonia com a realidade que o cerca, transformando-a em um instrumento de ficção contestador e implacável. É o ideal que molda “Eu, Daniel Blake”, merecidamente laureado com a Palma de Ouro no último Festival de Cannes após uma sucessão de deliberações equivocadas do júri presidido pelo australiano George Miller. Embora a câmera de Loach transite nos subúrbios da Inglaterra, a crise que forma a sua narrativa é de tal urgência e alcance global que imediatamente nos visualizamos inseridos nela. Carpinteiro prestes a completar 60 anos, Daniel Blake (o notável Dave Johns, mais conhecido pelo seu talento em stand up comedy e que aqui tem o seu primeiro papel no cinema) conseguiu superar uma parada cardíaca, mas os médicos o proibiram de trabalhar ou de lidar com tarefas pesadas. Sozinho no mundo e sem uma aposentadoria, Daniel depende de benefícios do Estado para continuar sobrevivendo. No entanto, logo se verá lançado em uma via crucis cheia de burocracias, com o departamento de Segurança Social britânico o submetendo a uma série de constrangimentos, como obrigá-lo a buscar por ofertas de trabalho que ele nada pode fazer além de recusar pelo bem de sua saúde. Nesse processo, Katie (Hayley Squires, outra dotada de uma verdade quase sobrenatural sem contar com um grande carreira em cinema) surge como alguém em uma situação tão delicada quanto a de Daniel, tendo de se virar para cuidar de seus dois filhos (interpretados por Briana Shann e Dylan McKiernan) em um apartamento caindo aos pedaços cedido em Newcastle. Mesmo diante das adversidades, Daniel e Katie desenvolvem uma realização de solidariedade, encontrando meios de um ajudar ao outro mesmo com os recursos paupérrimos. Muito mais que em “A Parte dos Anjos” e “À Procura de Eric“, duas ótimas realizações também focadas em protagonistas que vivem à margem da sociedade, “Eu, Daniel Blake” traz Loach avaliando com uma perícia ainda maior a eterna busca de se viver com alguma dignidade, agora em um cenário em que as organizações levantadas aparentemente para o assegurar o bem-estar do cidadão nenhum esforço fazem além de apontar o dedo para o seu fracasso. Tato inclusive que não vê na miséria deflagrada em circunstâncias como aquela em que Katie abre faminta uma lata de comida um recurso para construir um drama sensacionalista, e sim como um sintoma de um século ainda indiferente em solucionar os abismos sociais carregados de uma herança nefasta. É um espelho totalmente desesperançoso de nossos tempos, mas há no grito de protesto de Daniel Blake e, consequentemente, de Ken Loach o incentivo a propagar o eco de uma mobilização popular tão definitiva para a vinda de mudanças. Autor:Alex GonçalvesData:2017-01-16 Filme:Eu, Daniel Blake Avaliação:1star1star1star1star1star http://cineresenhas.com.br/2017/01/16/resenha-critica-eu-daniel-blake-2016/

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