#Brasil Alguém avise Ciro Gomes que a eleição está ameaçada | Brasil 247 https://evsarteblog.wordpress.com/2018/05/29/alguem-avise-ciro-gomes-que-a-eleicao-esta-ameacada-brasil-247/ via @tarlouze

https://evsarteblog.wordpress.com/2018/05/29/alguem-avise-ciro-gomes-que-a-eleicao-esta-ameacada-brasil-247/ via @tarlouze

Anúncios

Estadão entrevista ao vivo “preso político” na Venezuela. Por que Lula não pode? – O Cafezinho

#Venezuela o voto não é obrigatório.

BRASIL S.A

É uma situação realmente esdrúxula! Enquanto a imprensa brasileira ignora solenemente o fato de termos, em nosso país, o mais escandaloso caso de prisão política da nossa história, com o ex´presidente mais popular de todos os tempos isolado numa solitária, com direito a receber apenas duas pessoas por semana, o

Fonte: Estadão entrevista ao vivo “preso político” na Venezuela. Por que Lula não pode? – O Cafezinho

Ver o post original

Venezuela: uma vitória numa batalha que nunca tem fim – Portal Vermelho

#Venezuela o voto não é obrigatório

BRASIL S.A

Tínhamos que ganhar e o fizemos. Pela quarta vez em menos de um ano. Se diz que é fácil, vive-se de forma heroica. O que acontece agora já era previsto: no cenário internacional se multiplicam os ataques, ameaças, insultos, a partir do Grupo de Lima, dos Estados Unidos e até da União Europeia. Por Marco Teruggi

Fonte: Venezuela: uma vitória numa batalha que nunca tem fim – Portal Vermelho

Ver o post original

#eLulaOuNada Verdade ou Mentira? – Nº 3 #eLulaOuNada Pesquisas fortalecem Lula e candidatura é juridicamente viável Enquanto processos não chegarem a instâncias superiores, ex-presidente preserva todos os seus direitos políticos e lidera intenção de votos 14/05/2018 18h14 Ricardo Stuckert Lula recebe apoio em São Bernardo Leia mais Pesquisa CNT/MDA: Lula lidera com 32% mesmo como preso político Sérgio Gabrielli: “Temos que manter a candidatura de Lula” Marco Maia: “Só com Lula na Presidência vamos parar o golpe” Líder com folga em todas pesquisas de intenção de voto recentes, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vê crescer, mesmo aprisionado, o sentimento de injustiça em relação a sua condenação. Segundo pesquisa CNT/MDA divulgada nesta segunda-feira (14), Lula tem 32,4% das preferências. O Poder Judiciário tem a confiança de 6,4% dos entrevistados (89,3% acham o Judiciário pouco ou nada confiável). E mídia tem a confiança de apenas 5%. A presidenta nacional do PT, a senadora paranaense Gleisi Hoffmann, recebeu aval do ex-presidente Lula para falar em seu nome e comandar a montagem da campanha presidencial. A indicação da pré-candidatura foi feita de maneira unânime pelo partido em 25 de janeiro, um dia depois da condenação política do ex-presidente pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em Porto Alegre). Na ocasião, o advogado Luiz Fernando Pereira, especialista em legislação eleitoral, já afirmava que não há como impedir antecipadamente o registro da candidatura, que será feito em 15 de agosto. Segundo ele, a condenação criminal diz que a suspensão dos direitos políticos só tem efeito depois do trânsito em julgado. “Ou seja, o presidente está em pleno gozo dos direitos políticos. A chance vai depender do que vai acontecer de hoje até o momento do registro da candidatura”, argumentou Pereira. Segundo o especialista, mais de 140 candidatos a prefeito em 2016 disputaram eleições sob efeito de condenações inconclusas e muitos deles conseguiram assegurar sua posse após o trânsito de seus recursos. Na sexta-feira (11), durante ato na Vigília Lula Livre, e Curitiba, Gleisi reforçou que “Lula está firme, disposto e manda avisar que é candidatíssimo”. A presidenta do PT reiterou ainda as garantias legais que asseguram a candidatura do ex-presidente. “Lula está com seus direitos políticos intactos. A Constituição só suspende os direitos políticos de uma pessoa se o julgamento em que foi condenada for reafirmado na última instância, que é o Supremo Tribunal Federal. E isso não aconteceu com ele. Só o TRF4 que julgou”, afirmou a senadora. “Até os adversários dele acreditam que os recursos de Lula farão com que o processo seja revisto, quando for analisado o mérito.” Respaldo jurídico Com dezenas de pareceres semelhantes ao de Pereira, jamais contestados juridicamente, a decisão tomada foi mantida mesmo depois de Lula ter sido preso, em 7 de abril. Sem argumentos jurídicos, os principais veículos de comunicação do país tentam desqualificar politicamente em seu noticiário a liderança de Lula, apostando em seu isolamento e tentando alimentar teses em contrário dentro da própria esquerda. Alguns defendem que Lula deveria desistir desde já para que se construa um novo nome dentro do partido, ou mesmo que o partido adira à candidatura de Ciro Gomes (PDT), o mais bem posicionado da centro-esquerda nas pesquisas recentes. Essa tese, porém, não prosperou. Tanto no PT, internamente, como entre aliados como PCdoB e Psol – que têm os pré-candidatos à Presidência Guilherme Boulos e Manuela D’Ávila – prevalece a defesa da candidatura. O entendimento é de que o nome de Lula une as forças progressistas, tem condições de liderar a construção de um programa de restauração da democracia e da economia e de que a defesa de sua candidatura é também uma das principais armas na luta pela liberdade do ex-presidente. O também advogado Luís Antônio Albiero divulgou um “beabá” com 10 respostas a questões políticas e jurídicas em torno da candidatura. A RBA reproduz a seguir os principais trechos: 1. Lula está inelegível? Ou ele pode ser candidato? Ele ou o partido podem pedir o registro de sua candidatura. Só depois disso a Justiça Eleitoral poderá se pronunciar sobre sua elegibilidade ou não. 2. Mas a candidatura dele não pode ser impugnada? A candidatura pode ser impugnada, mas, apresentada qualquer impugnação, ele terá prazo para se defender, para apresentar suas razões. 3. E é possível prever o resultado? É possível que a candidatura seja indeferida pelo TSE. Porém, ele poderá recorrer. 4. Mas as decisões do TSE não são irrecorríveis? Sim, é o que, de modo geral, dizem a Constituição e o Código Eleitoral. Mas a Constituição prevê a possibilidade do Recurso Extraordinário ao STF se, e apenas se, for para discutir uma questão constitucional. 5. E o que seria essa “questão constitucional”? Nesse caso, a questão constitucional é justamente a que diz respeito à condição de elegibilidade de Lula. A Constituição prevê que ninguém terá seus direitos políticos cassados, em nenhuma circunstância, e ninguém perderá seus direitos políticos ou os terá suspensos senão após o trânsito em julgado de sentença criminal condenatória. O artigo 14 da Constituição, no seu parágrafo 3º, estabelece que é condição de elegibilidade, dentre outras, “o pleno exercício dos direitos políticos” (inciso II). Logo, a lei inferior (“ficha limpa”) não pode restringir as condições de elegibilidade de quem esteja em pleno gozo dos direitos políticos. O artigo 15 da Constituição, por sua vez, estabelece que “é vedada a cassação de direitos políticos, cuja perda ou suspensão só se dará nos casos” previstos nos seus incisos, entre os quais a “condenação criminal transitada em julgado, enquanto durarem seus efeitos” (inciso III). Logo, não pode a lei ordinária, como é a Lei da Ficha Limpa, nem qualquer juiz ou tribunal, restringir a elegibilidade de quem ainda não teve a decisão transitada em julgado, como é o caso de Lula. 6. Mas, enquanto o processo corre, como fica a campanha de Lula? Enquanto a questão estiver sub judice, ou seja, enquanto estiver sendo avaliada pelos tribunais, e até que transite em julgado a decisão da Justiça Eleitoral, ele poderá fazer a campanha normalmente, inclusive aparecendo no horário eleitoral gratuito e participando de debates e entrevistas. O artigo 16-A da Lei Eleitoral (lei 9.504/97) estabelece que “o candidato cujo registro esteja sub judice poderá efetuar todos os atos relativos à campanha eleitoral, inclusive utilizar o horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão e ter seu nome mantido na urna eletrônica enquanto estiver sob essa condição, ficando a validade dos votos a ele atribuídos condicionada ao deferimento de seu registro por instância superior”. 7. Mas e se a decisão desfavorável ao presidente Lula tornar-se definitiva antes da eleição, o que acontecerá? Os partidos poderão substituir candidatos até 17 de setembro. Se ocorrer o trânsito em julgado da decisão da Justiça Eleitoral desfavorável a Lula antes dessa data, o partido o substituirá e haverá mais de 20 dias pela frente para a propaganda do novo candidato. Mas dificilmente o trânsito em julgado ocorrerá antes da eleição, por conta das atribuições do TSE, primeiro, e do STF, depois, além dos próprios prazos concedidos pela lei. 8. E se Lula for eleito e essa decisão definitiva vier a ocorrer no futuro, reconhecendo sua inelegibilidade? Se de fato ocorrer o pior, ou seja, se Lula vier a ser declarado definitivamente inelegível, ou vier a ter cassado o diploma ou o próprio mandato, de modo que isso venha a ocorrer quando e se ele já estiver eleito, a lei eleitoral prevê que haverá nova eleição. O parágrafo 3º do artigo 224 do Código Eleitoral estabelece que “a decisão da Justiça Eleitoral que importe o indeferimento do registro, a cassação do diploma ou a perda do mandato de candidato eleito em pleito majoritário acarreta a realização de novas eleições, independentemente do número de votos anulados”. Ou seja, se isso acontecer depois de Lula eleito, em qualquer momento, haverá nova eleição. 9. Mas e se o impedimento definitivo vier a ocorrer depois do primeiro turno, porém antes do segundo? Haverá um período de tensão entre a data limite para substituição de candidaturas, 17 de setembro, e o dia da eleição em primeiro turno, 7 de outubro. Assim como, se Lula não estiver eleito já no primeiro turno, desse dia até o dia da realização do segundo. Por isso, o partido deverá examinar com muito cuidado o que fazer até essa data limite, 17 de setembro – ponderar sobre os prazos processuais, o desenvolvimento dos processos, o desenvolvimento dos trabalhos dos tribunais, o humor na sociedade etc. – para não perder a oportunidade de manter candidatura durante o segundo turno. Se não houver substituição até 17 de setembro e a decisão definitiva contrária à candidatura de Lula vier a ocorrer antes do primeiro turno, o partido já terá perdido a oportunidade de substituí-lo. Se ocorrer depois do primeiro turno, mas antes do segundo, a lei determina que o segundo mais votado disputará com o terceiro o segundo turno. A lei eleitoral, no artigo 1º, parágrafo 2º, diz que “se, antes de realizado o segundo turno, ocorrer morte, desistência ou impedimento legal de candidato, convocar-se-á, dentre os remanescentes, o de maior votação”. 10. Qual o caminho a seguir? O único caminho, neste momento, é registrar a candidatura de Lula em agosto e mantê-la firme durante todo o período da campanha eleitoral. No dia 17 de setembro, o partido deverá avaliar as condições objetivas de levá-la adiante. Da RBA Site: http://www.pt.org.br/pesquisas-fortalecem-lula-e-candidatura-e-juridicamente-viavel/ Vídeo: https://youtu.be/9MYY2I6JO1c

A vital importância do ” #eLULAouNADA” para o #PT e a democracia no Brasil. 16/05/2018 Fábio St Rios O que está acima, na ordem de importância para o futuro de médio e longo prazo do país? Essa é a pergunta básica e importantíssima que deve ser feita pelo principal partido da esquerda brasileira, o PT. Com a maior liderança popular do país como preso político, numa ditadura do Judiciário punitivista e do conservadorismo esdrúxulo, existem poucas possibilidades de escolha. Mas, nenhuma delas retira de Lula o protagonismo nas eleições deste ano. Sem sombra de dúvidas, o PT tem que ter um candidato e ser cabeça de chapa, sob risco de se tornar o PMDB da esquerda. Outro ponto pacífico, é que o apoio à Ciro Gomes é insustentável, principalmente pelas declarações impensadas, ações intempestivas e o nebuloso passado do candidato pedetista. Sem contar a aliança o dono da CSN, Benjamin Steinbruch. Se tiver alguma dúvida, pergunte sobre Steinbruch na cidade de Volta Redonda-RJ, onde fica a CSN, pra se ter uma ideia do tamanho do desastre. Com Lula tendo quase 50% dos votos válidos nas pesquisas, sendo que sua retirada da pesquisa criaria um contingente superior a 60 milhões de possíveis votos nulos. Não há sombra de dúvidas que o PT tem que levar o nome do ex-presidente até o fim. Mais, forçando o TSE e o STF a sujar as mãos no golpe. O que exporia definitivamente os arautos da vaidade, para os livre de história. Como o julgamento demoraria mais de um mês, desde a inscrição de Lula como candidato, até o primeiro julgamento no STF, o nome de Lula estaria nas urnas e o povo poderá votar no candidato petista. Ainda, pode ocorrer do julgamento vir após o primeiro turno e o ex-presidente conseguir vencer o pleito sem a necessidade do segundo turno. Nesse cenário, restaria o STF o papel patético de rasgar mais de 70 milhões de votos e convocar eleições suplementares, ou dar prosseguimento ao segundo turno, com candidatos com menos de 16% das intenções de votos. O quadro geraria um segundo governo ilegítimo, complicando, ainda mais a continuidade do novo regime aristocrático no Brasil. Ou seja, o golpe continuaria sem votos. Esse é o quadro que se desenha para o Brasil e que causa forte preocupação institucional e, principalmente, na mídia e outras forças do golpe. Na necessidade de construir a legitimidade para a destruição completa do estado brasileiro, o próximo presidente tem que ser eleito e com votos reais, não um arremedo de eleição com participação de 30% ou 40% do eleitorado. Nasce então, a única saída para a manutenção da democracia, o “É Lula ou nada”, por que é justamente desse “ou nada” que morrem de medo aqueles que estão no golpe. Não por escrúpulo ou qualquer pudor moral mas, por uma questão de ordem econômica e financeira. Afinal, quem vai investir num país que não tem um governo legítimo? Quem vai investir num país que não tem segurança jurídica? Isso é o que preocupa a direita, ao passo que para a esquerda, é melhor ir para o tudo ou nada, já que o que vai sobrar, caso escolham o nada, será um país ingovernável. Por isso, sobrou ao PT e aos que querem a democracia, o “É LULA OU NADA”.

https://www.apostagem.com.br/2018/05/16/a-vital-importancia-do-e-lula-ou-nada-para-o-pt-e-a-democracia-no-brasil/#Lulahashtag eLULAouNada

#ELulaOuNada #Lula2018 #aLutaContinua A vital importância do “É LULA OU NADA” para o PT e a democracia no Brasil. 16/05/2018 Fábio St Rios 0 Comentário Caso Triplex, É Lula ou Nada, Eleições 2018, Lava-Jato, Lula, Lula Livre, Sérgio Moro, STF, TRF-4, TSE, Votos Nulos O que está acima, na ordem de importância para o futuro de médio e longo prazo do país? Essa é a pergunta básica e importantíssima que deve ser feita pelo principal partido da esquerda brasileira, o PT. Com a maior liderança popular do país como preso político, numa ditadura do Judiciário punitivista e do conservadorismo esdrúxulo, existem poucas possibilidades de escolha. Mas, nenhuma delas retira de Lula o protagonismo nas eleições deste ano. Sem sombra de dúvidas, o PT tem que ter um candidato e ser cabeça de chapa, sob risco de se tornar o PMDB da esquerda. Outro ponto pacífico, é que o apoio à Ciro Gomes é insustentável, principalmente pelas declarações impensadas, ações intempestivas e o nebuloso passado do candidato pedetista. Sem contar a aliança o dono da CSN, Benjamin Steinbruch. Se tiver alguma dúvida, pergunte sobre Steinbruch na cidade de Volta Redonda-RJ, onde fica a CSN, pra se ter uma ideia do tamanho do desastre. Com Lula tendo quase 50% dos votos válidos nas pesquisas, sendo que sua retirada da pesquisa criaria um contingente superior a 60 milhões de possíveis votos nulos. Não há sombra de dúvidas que o PT tem que levar o nome do ex-presidente até o fim. Mais, forçando o TSE e o STF a sujar as mãos no golpe. O que exporia definitivamente os arautos da vaidade, para os livre de história. Como o julgamento demoraria mais de um mês, desde a inscrição de Lula como candidato, até o primeiro julgamento no STF, o nome de Lula estaria nas urnas e o povo poderá votar no candidato petista. Ainda, pode ocorrer do julgamento vir após o primeiro turno e o ex-presidente conseguir vencer o pleito sem a necessidade do segundo turno. Nesse cenário, restaria o STF o papel patético de rasgar mais de 70 milhões de votos e convocar eleições suplementares, ou dar prosseguimento ao segundo turno, com candidatos com menos de 16% das intenções de votos. O quadro geraria um segundo governo ilegítimo, complicando, ainda mais a continuidade do novo regime aristocrático no Brasil. Ou seja, o golpe continuaria sem votos. Esse é o quadro que se desenha para o Brasil e que causa forte preocupação institucional e, principalmente, na mídia e outras forças do golpe. Na necessidade de construir a legitimidade para a destruição completa do estado brasileiro, o próximo presidente tem que ser eleito e com votos reais, não um arremedo de eleição com participação de 30% ou 40% do eleitorado. Nasce então, a única saída para a manutenção da democracia, o “É Lula ou nada”, por que é justamente desse “ou nada” que morrem de medo aqueles que estão no golpe. Não por escrúpulo ou qualquer pudor moral mas, por uma questão de ordem econômica e financeira. Afinal, quem vai investir num país que não tem um governo legítimo? Quem vai investir num país que não tem segurança jurídica? Isso é o que preocupa a direita, ao passo que para a esquerda, é melhor ir para o tudo ou nada, já que o que vai sobrar, caso escolham o nada, será um país ingovernável. Por isso, sobrou ao PT e aos que querem a democracia, o “É LULA OU NADA”.

https://www.apostagem.com.br/2018/05/16/a-vital-importancia-do-e-lula-ou-nada-para-o-pt-e-a-democracia-no-brasil/Lula segundo turno 13 maio